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#ficadica: Oporto em 24 horas

Eu sempre disse que é totalmente possível conhecer o Porto em 24 horas. Apesar de ser uma cidade média, as distâncias são pequenas. O vídeo produzido pelo Marketing dos Hotéis Fênix mostra isso na prática. Dois casais de turistas saem para conhecer a cidade. Uma voltinha de bicicleta, passeio pelo elétrico, praia de Matosinhos, Ribeira, Serralves, Casa da Música e até uns copos na Baixa: Tudo em 24 horas.

Fica a dica para roteiro de viagem 😉

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Oporto em imagens

Oporto, por Mari Ordine.

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Arrendamento Porto

A gente percebe que tá ficando velha quando quem está pedindo informação sobre intercâmbio não é mais você – no caso, eu. Putz, parece ontem quando perguntava via Orkut (porque mal se falava em Facebook naquela época, apesar de eu ter o meu desde 2004) se alguém tinha informações sobre moradia no Porto. Qualquer coisa servia, quarto individual, partilhado, apartamento a dividir com muitos ou com poucos. Minha única exigência: Localização central.

Eu sempre digo e repito: Se você quer morar perto de tudo, leva um Iglu do Gugu na mala e joga pra cima ao lado da Fonte dos Leões. Quanto mais longe você morar da Fonte dos Leões, pior será sua vida: Se eu pudesse dar um conselho estilo aqueles do clipe Sunscreen seria esse!

Digite o máximo de vezes no Google a combinação de palavras “arrendamento Porto”. Talvez você desista e booke um hostel. Talvez você tenha mais sorte do que eu e encontre pessoas legais via internet. Talvez você se ferre assim como uma galera que eu conheci e acabe num apê pequeno, longe do centro e com um banheiro para sete pessoas.

Fato é que lá você encontra um canto. O mais difícil da viagem não é arranjar moradia antes de partir, mas é estar bem preparado. Se eu pudesse dar mais um conselho (pode?), eu diria: Estude e assista tv. Estudar a cidade, o país e o continente onde você vai viver a melhor época da sua vida é essencial para aproveitar o melhor possível. Conhecimento sobre pontos turísticos, História da Europa e mapas parece tolo, mas tem utilidade. Leia muito e passe seus finais de semana pré-viagem grudado no computador decorando blogs, Google maps e aprendendo sobre o site das companhias aéreas low cost. Assista muita tv antes da viagem! Além de acalmar os nervos e a tensão, te libera desse “dever” diário. Acredite, você vai sentir falta do Faustão nos domingos nublados, depois de acordar de ressaca e abrir uma geladeira vazia.

Providencie também um couchsurfing. Se você não sabe o que é, joga no Google que ele te explica. Não se preocupe muito com o visto nem em fazer amigos antes da viagem. A verdadeira aventura não é receber a ligação do consulado antes de todo mundo ou colecionar amigos no Facebook antes da chegada. Construa laços verdadeiros de amizade numa segunda-feira a noite na Ribeira, na quarta-feira do Piolho ou naquele dia que você está sem grana, mas sabe com quem pode contar.

Eu tive uma experiência incrível no Porto, mas ela só ocorreu porque eu estava devidamente preparada. Claro que sempre haverá imprevistos e sustos pelo caminho, mas um bom condicionamento faz com que você tenha forças para enfrentar qualquer barra.

Tá, mas e o arrendamento? Olha, se você não arrumar um teto até uma semana antes da sua viagem, acessa o Hostelworld e reserva uma cama qualquer para a primeira semana. Garanto que após a reunião na Reitoria com a Luísa Capitão, uma luz surgirá no fim do seu túnel.

Grupo sobre intercâmbio no Porto 2011

* Fiquei bem feliz hoje quando fui convidada a participar do Grupo Porto 2011 no Facebook. É lógico que já não estou na mesma vibe do pessoal, mas tô curtindo horrores ler as dúvidas (que eu já tive!) e tentar ajudar em alguns casos. Da mesma forma, espero que todos os meus posts aqui ajudem mais e mais gerações de estudantes de intercâmbio do Porto.

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Pontos do Porto

Um blog que tem mais de um ano e preza por postar quase em forma de diário as experiências de uma Vida Portuguesa acabará, cedo ou tarde, por repetir assuntos. As datas comemorativas se repetem ano a ano. O Natal sempre vai ser frio, o pessoal vai beber muito na Queima das Fitas e espalhar cravos vermelhos pela cidade no 25 de abril. A Feira do Livro ocorre sempre na mesma época, os baldes da Ribeira ainda são mais baratos na segunda-feira e as famosas liquidações européias acontecem duas vezes ao ano. Dessa forma, enquanto fatos inéditos não são vistos por outros ângulos, o funcionamento do Andante não mudar e os intercambistas tiverem sempre as mesmas dúvidas (sendo que a maioria dos temores/medos/angústias resolvem-se com a leitura de posts mais antigos), o melhor mesmo é ocupar espaço apresentando uma das cidades mais encantadoras da Europa!

Porto, Rio Douro e Vila Nova de Gaia, respectivamente

O Rio Douro é um dos mais importantes da Península Ibérica. Ele inicia em Espanha e sua foz é no Atlântico. Ou seja, a zona conhecida como Foz na cidade do Porto leva o nome justamente por causa do que ocorre quando o rio encontra o oceano. Aliás, posso dizer que já tive a sorte (?) de ver o rio correndo ao contrário. O vento soprava tão forte do Atlântico, que as águas superficiais do Douro pareciam tentar voltar correndo à Espanha.

O Porto visto de Gaia

Tem gente que diz que essa ponte foi projetada por Gustave Eiffel. Tem gente que diz, que é a ponte a seguir que pode ser cunhada de “prima” da torre em Paris. Eu ainda não auferi a verdade – vai ver é preguiça de jogar no Google… paciência!

A Ponte Arrábida

Prefiro concreto a metal. Por isso, a Arrábida é minha ponte preferida! Consegue-se lindas fotos dela quando nos jardins do Palácio de Cristal. Também vale fotografar às margens do Douro, de Miragaia, em especial a noite. A Arrábida é a última das seis pontes que existem no Porto hoje – pois há planos de construir mais uma para passar uma outra linha de metro à Gaia – e proporciona uma boa visão da foz do rio.

E lá no fim fica a Ribeira!

Eu deveria saber o nome da rua que conduz à Ribeira, até porque devo ter estudado isso em alguma das minhas disciplinas na faculdade. Admito, vergonhosamente, que não sei. O que sei é que essa rua deve ter edificações do século XVIII, provavelmente alguma coisa remanescente do XVII, pois a avenida que fica acima dela surgiu somente no século XIX, juntamente com a transformação do Mosteiro de São Bento em estação de comboio.

Creio que esse será um dos trajetos mais feito pelos estudantes intercambistas que vêm ao Porto – tudo bem, espero que o pessoal utilize mais o caminho até a faculdade, mas nunca se sabe… Enfim, a ruazinha desemboca na Praça do Cubo, que não tem esse nome oficialmente, mas é chamada assim porque possui um cubo em meio a uma fonte. Ao chegar às margens do Douro, à esquerda encontram-se os bares que vendem baldes pela metade do preço na Ribeiros todas as segundas-feiras, e à direita caminha-se em direção à Miragaia.

Monumento em Matosinhos

Matosinhos é uma freguesia do Porto, mas também um concelho, ou seja, uma cidade. A divisão política das “aglomerações” em Portugal são um bocado complicadas de entender – até mesmo para uma quase geógrafa como eu! O Porto é um concelho, um distrito, uma cidade, possui freguesias e uma região metropolitana. Maior cidade do norte de Portugal, abriga 23 freguesias (se não me engano!), das quais algumas também são concelhos, ou seja, cidades… Meu Deus! Eu desisto!

Enfim, Matosinhos é a praia mais frequentada por aqui. Claro que há outras no entorno, que conseguem ser tão bonitas quanto ou mais: Leça, Madalena, Espinho e por aí vai. Fato é que Matosinhos tem fácil acesso (metro e autocarros que saem de inúmeras zonas da cidade) e acaba por reunir muitos brasileiros – tem inclusive uma barraca lá, que eu chamo de “Barraca do Brasil”, pois tem uma bandeira brasileira, vende capirinhas coisa e tal.

Nos arredores, existem três coisas que acho hilárias. Um antigo forte chamado de Castelo do Queijo,um tal de Edifício Transparente e essa estrutura vermelha, que lembra uma rede de pesca gigante e talvez represente mesmo isso. Aliás, o Parque da Cidade fica coladinho ali, exatamente delimitado pelas duas rotundas da área, a do Castelo do Queijo e a-da-rede-de-pesca-gigante!

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Os perigos da Ribeira

Toda segunda-feira é dia de balde para os universitários do Porto. Alguns turistas aparecem também. Erasmus misturam-se a portugueses e mesmo os brasileiros arriscam um inglês cheio de erros para pedir informações sobre onde é a casa de banho.

O preço da segunda é especial. Pague um, leve dois. Por 5 euros leva-se dois baldes de vodca com qualquer outra mistura, geralmente sumo. Pode também optar por cerveja ou whiskey. São literalmente baldes, pois cada um deles contém um litro de bebida!

O dito bar dos baldes fica por baixo das marquises dos antigos prédios do local. Se passa por uma espécie de túnel – mas muito curto – para chegar lá. Há uma esplanada com mesinhas e guarda-sóis, que ficam abertos no inverno, inclusive.

O lugar pode parecer um pouco macabro, com todos aqueles prédios-cacarecos, becos escuros e gente de todo o tipo. Parece e é. A polícia do Porto não recomenda que ninguém frequente a Ribeira a noite. “Portugal já não é mais como fora há dez anos”, disse o policial que nos atendeu ontem a noite na Esquadra a beira de Loiós.

Pode ser que Portugal não seja mais tão segura como fora há dez anos, mas eu não arrisco em dizer que é mais perigosa que o Brasil. Se a prostituição foi a primeira profissão da humanidade, o furto deve ter sido o primeiro delito.

Ontem, dia oito de fevereiro, minha amiga teve a bolsa roubada na Ribeira. Estavámos entre três pessoas em uma mesa, com as bolsas colocadas em uma quarta cadeira. Quando nos demos conta, a bolsa dela não estava com as outras. Liguei para o celular. Este estava caído embaixo de uma outra cadeira, em uma mesa próxima.

Não podemos acusar ninguém. Não é justo. Não temos provas. É feio desconfiar dos outros. Mas, de uma coisa eu sei: Documentos brasileiros são facéis de vender e muito valiosos no mercado negro. Quando se está em uma mesa somente com amigos brasileiros, mas rodeada de portugueses, a desconfiança aumenta. Eles sabem que tem muito brasileiro ilegal por aqui. Imagina quanto deve valer uma Autorização de Residência Portuguesa no mercado negro?

Cartões de crédito ou débito roubados de madrugada são passíveis de cancelamento até que se possa fazer algum rombo pela manhã. Uma bolsa e carteira, embora caras, compram-se novas. Não entendo o porquê de terem deixado o celular. Talvez caiu, talvez não.

Certo é que pra Ribeira só se leva o essencial. Algum documento idiota de identificação – carteirinha ESN, Euro-26, da faculdade… -, dinheiro trocado de preferência e celular. Estudante brasileiro não precisa rondar por aí carregando passaporte. Deixa sempre em casa. Tem gente que diz que é bom levar ele para todos os lugares que se vá no estrangeiro. Balela. Deixa em casa, trancado a sete chaves. É o passaporte que mais vale dinheiro na mão das pessoas erradas.

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Europa, 11 meses

Ontem, dia 28 de janeiro de 2010, completei onze meses de vida portuguesa. Entretanto, me gabo em dizer que conheci a Europa – ou pelo menos boa parte dela – em minha estada por essas bandas. Tudo começou em um sábado cinzento. Céu nublado, chuvinha fina e temperatura baixa o suficiente para causa dor de garganta instantânea. Fui ao Pingo Doce naquele dia. Conferi os preços. Onze meses depois, o litro da Coca-Cola ainda custa a mesma coisa.

Onze meses depois, o litro de coca-cola ainda custa 0,89 euro

Em maio, fiz minha primeira viagem “de verdade”. Antes havia ido somente à Guimarães, a 40 quilômetros do Porto, mas nem conta. O destino: Sul de Portugal. Foi lá que me senti Erasmus pela primeira vez. Antes, eu estava como estudante de mobilidade acadêmica, oriunda do Brasil, rodeada por gente do mesmo tipo. Depois daqueles quatro dias, minha percepção mudou. Foi aí que a vida boa começou.

Italiano sem-nome, Algarve: A pessoa vai pra balada, dorme na praia e às quatro da tarde ainda continua lá...

A temperatura começou a esquentar, e as festas pareciam se emendar. Apesar disso, fui a todas as aulas. Meu nome está assinado na lista de presença em 100% dos quadrinhos de todas as disciplinas. As praias de Espinho e Matosinhos foram só o início do melhor verão da minha vida, o tal “summer of ’09”. Perdi as contas de vezes que passei pelo Piolho ou que fui aos copos na Ribeira.

A 20km do Porto, o comboio até Espinho custa cerca de 2 euros

As férias de verão me possibilitaram visitar os amigos Erasmus do leste. Caminhei muito, mesmo com um tal de problema no pé. Peguei um vírus, que formou um calo e se alastrou por toda planta do pé. Coisa horrorosa, que só curei um mês depois do retorno, em outubro. Posso dizer que começou a doer mais por causa dos sapatos fechados. Finalzinho de ano próximo é sinônimo de baixa no termômetro.

Em algum lugar do leste Europeu...

Em 11 meses, vi gente beber e ficar ruim. Assisti grupos estrangeiros enlouquecidos sem que tenham ingerido álcool. Ajudei turistas com informações. Trabalhei, pedi demissão e achei trabalho novo. Fiz trabalho até às 4 da manhã na faculdade. Acordei cedo, dormi cedo, mas fiz o contrário também. Uma vez adormeci por 18 horas contínuas e, quando acordei, não acreditei que o dia tinha mudado. Molhei os pés no Atlântico Norte e mergulhei no Mar Mediterrâneo. Assisti a muitos pôr-do-sol. O sol aqui morre mergulhando no mar.

As farmácias portuguesas têm letreiros informativos

Fui à Polícia, relatar a história de um cão que estava preso em um carro há uma semana. Me molhei na chuva e caí em poças da água. Aliás, teve carro passando em poça da água e sobrou para mim! Conversei com os amigos pelo Skype, enviei presentes pros meus pais e continuo a adorar liquidações… Escutei bronca de vizinho, estreitei amizades do primeiro semestre e conheci meu namorado sentada de pijamas numa fonte.

Depois da denúncia, o carro e o cão sumiram!

Nesse meio tempo, o Pingo Doce – aquele supermercado onde fiz minha primeira compra – criou um novo jingle. Teve até adaptação para o período de Natal: “Vai no Pingo Doce de janeiro a janeiro, o preço é sempre baixo no Natal e o ano inteiro”. Aliás, final de ano é época de aniversário para mim. Comemorei 23 anos com frio e chuva. Uma experiência, no mínimo, diferente…

Aniversário com doces portugueses, e vela improvisada!

Diferente também foi meu ano novo. Neve. Muita neve. Um boneco de neve de um metro. Fiz sozinha. Tinha até nome… Josef! Agora, aguardo ansiosamente o verão brasileiro, enquanto realizo a mudança de lar. Quinta residência em onze meses. Aqui, o bicho sempre tá pegando – vovozinha gritando, nenenzinho chorando, cachorro latindo…

O orgulho da mamãe 🙂

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Francesinha

Eis que quase três anos após o primeiro encontro pessoalmente, a francesa e a brasileira se encontram novamente. Desta vez, fui eu quem cruzou o oceano Atlântico. Nos conhecemos há mais de cinco anos pela internet, e eu a considero uma de minhas melhores amigas. Ann Sophie chegou ao Porto acompanhada do namorado inglês James no sábado, dia 28 de março, exatamente no dia em que eu completava um mês de vida portuguesa. Preparei uma agenda especial de final de semana, deixando para conhecer alguns dos pontos turísticos do Porto junto com ela.

Finalmente o encontro em solo europeu

Depois de anos, finalmente o reencontro em solo europeu

Da estação do metrô do aerporto, seguimos para o Estádio do Dragão a buscar os ingressos para o jogo entre Portugal e Suécia, que era eliminatório para a Copa do Mundo de 2010. Viemos a minha casa largar as malas e fomos conhecer os jardins do Palácio de Cristal, que fica a 8 minutos da minha casa. Para o almoço, indiquei à francesinha e ao inglês, francesinhas! Sim, francesinhas são o prato típico do Porto. Trata-se de uma espécie de sanduíche, com salsicha picante e bife, regada com queijo e mais molho picante à base de cerveja. Batatas fritas sempre acompanham e nós pedimos sangria com o vinho que leva o nome da cidade.

A legítima francesinha do Porto

A legítima francesinha do Porto

À tarde, seguimos para Vila Nova de Gaia, a cidade do outro lado da ponte e fizemos um tour nas caves. O bilhete custa 4 euros e fizemos a visita guiada pela Sandman. A janta foi aqui em casa e por minha conta. Antes disso, passamos no apartamentos dos amigos de Ouro Preto para virar uns copos…

O jogo foi sensacional! Nossos lugares eram ótimos e custaram apenas 10 euros cada. Vi o Cristiano Ronaldo de perto e decepcionei. Deco animou o jogo no segundo tempo, mas parece que estava lesionado e não mostrou muito futebol. A partida encerrou no 0X0, para decepção do inglês, da brasileira, da francesa e da portuguesinha sentados no setor 7, respectivamente nas cadeiras 16, 17, 18 e 19. A noite encerrou em uma balada com música brasileira. Fui informada que tocaria bossa nova, mas não acho que Marcelo D2 se enquadre no ritmo.

No domingo, o roteiro incluiu a Foz do rio Douro, o Parque da cidade e algumas das praias. Estava ventando muito, então logo voltamos ao centro para almoçar. Depois, andamos de elétrico, uma espécie de bondinho que existe por aqui desde 1895. O bilhete custa 0,95 euro, mas eu tenho andante e não pago para andar em C1, a zona central do Porto.

Porto dispõe de três linhas de elétrico que circulam no centro da cidade

Porto dispõe de três linhas de elétrico que circulam no centro da cidade

Por volta das 19h, a viagem se encerrou e seguimos novamente ao aeroporto. O final de semana correu bem e fizemos tanta coisa que a Ann até comentou que pareceu ter ficado pelo menos quatro dias aqui. Ainda não me recuperei da correria, mas a vida continua.

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