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Casa Portuguesa (animation)

Olha que bonitinho essa animação sobre o Porto e suas casinhas. Embalado por um fado português!

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Pontos do Porto

Um blog que tem mais de um ano e preza por postar quase em forma de diário as experiências de uma Vida Portuguesa acabará, cedo ou tarde, por repetir assuntos. As datas comemorativas se repetem ano a ano. O Natal sempre vai ser frio, o pessoal vai beber muito na Queima das Fitas e espalhar cravos vermelhos pela cidade no 25 de abril. A Feira do Livro ocorre sempre na mesma época, os baldes da Ribeira ainda são mais baratos na segunda-feira e as famosas liquidações européias acontecem duas vezes ao ano. Dessa forma, enquanto fatos inéditos não são vistos por outros ângulos, o funcionamento do Andante não mudar e os intercambistas tiverem sempre as mesmas dúvidas (sendo que a maioria dos temores/medos/angústias resolvem-se com a leitura de posts mais antigos), o melhor mesmo é ocupar espaço apresentando uma das cidades mais encantadoras da Europa!

Porto, Rio Douro e Vila Nova de Gaia, respectivamente

O Rio Douro é um dos mais importantes da Península Ibérica. Ele inicia em Espanha e sua foz é no Atlântico. Ou seja, a zona conhecida como Foz na cidade do Porto leva o nome justamente por causa do que ocorre quando o rio encontra o oceano. Aliás, posso dizer que já tive a sorte (?) de ver o rio correndo ao contrário. O vento soprava tão forte do Atlântico, que as águas superficiais do Douro pareciam tentar voltar correndo à Espanha.

O Porto visto de Gaia

Tem gente que diz que essa ponte foi projetada por Gustave Eiffel. Tem gente que diz, que é a ponte a seguir que pode ser cunhada de “prima” da torre em Paris. Eu ainda não auferi a verdade – vai ver é preguiça de jogar no Google… paciência!

A Ponte Arrábida

Prefiro concreto a metal. Por isso, a Arrábida é minha ponte preferida! Consegue-se lindas fotos dela quando nos jardins do Palácio de Cristal. Também vale fotografar às margens do Douro, de Miragaia, em especial a noite. A Arrábida é a última das seis pontes que existem no Porto hoje – pois há planos de construir mais uma para passar uma outra linha de metro à Gaia – e proporciona uma boa visão da foz do rio.

E lá no fim fica a Ribeira!

Eu deveria saber o nome da rua que conduz à Ribeira, até porque devo ter estudado isso em alguma das minhas disciplinas na faculdade. Admito, vergonhosamente, que não sei. O que sei é que essa rua deve ter edificações do século XVIII, provavelmente alguma coisa remanescente do XVII, pois a avenida que fica acima dela surgiu somente no século XIX, juntamente com a transformação do Mosteiro de São Bento em estação de comboio.

Creio que esse será um dos trajetos mais feito pelos estudantes intercambistas que vêm ao Porto – tudo bem, espero que o pessoal utilize mais o caminho até a faculdade, mas nunca se sabe… Enfim, a ruazinha desemboca na Praça do Cubo, que não tem esse nome oficialmente, mas é chamada assim porque possui um cubo em meio a uma fonte. Ao chegar às margens do Douro, à esquerda encontram-se os bares que vendem baldes pela metade do preço na Ribeiros todas as segundas-feiras, e à direita caminha-se em direção à Miragaia.

Monumento em Matosinhos

Matosinhos é uma freguesia do Porto, mas também um concelho, ou seja, uma cidade. A divisão política das “aglomerações” em Portugal são um bocado complicadas de entender – até mesmo para uma quase geógrafa como eu! O Porto é um concelho, um distrito, uma cidade, possui freguesias e uma região metropolitana. Maior cidade do norte de Portugal, abriga 23 freguesias (se não me engano!), das quais algumas também são concelhos, ou seja, cidades… Meu Deus! Eu desisto!

Enfim, Matosinhos é a praia mais frequentada por aqui. Claro que há outras no entorno, que conseguem ser tão bonitas quanto ou mais: Leça, Madalena, Espinho e por aí vai. Fato é que Matosinhos tem fácil acesso (metro e autocarros que saem de inúmeras zonas da cidade) e acaba por reunir muitos brasileiros – tem inclusive uma barraca lá, que eu chamo de “Barraca do Brasil”, pois tem uma bandeira brasileira, vende capirinhas coisa e tal.

Nos arredores, existem três coisas que acho hilárias. Um antigo forte chamado de Castelo do Queijo,um tal de Edifício Transparente e essa estrutura vermelha, que lembra uma rede de pesca gigante e talvez represente mesmo isso. Aliás, o Parque da Cidade fica coladinho ali, exatamente delimitado pelas duas rotundas da área, a do Castelo do Queijo e a-da-rede-de-pesca-gigante!

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